Experimento de 144 anos é um sucesso: sementes germinam e surpreendem cientistas 13

Experimento de 144 anos é um sucesso: sementes germinam e surpreendem cientistas

O experimento botânico mais longo do mundo mundoconhecido como Beal’s Seed Jars, começou em 1879 na Michigan State University sob a supervisão do renomado botânico William James Beal.

Este projeto pioneiro foi concebido para explorar a longevidade das sementes e os processos de germinação ao longo do tempo, tornando-se uma referência única em estudos de longo prazo na área de biologia vegetal.

O objetivo do experimento de Beal

O experimento consistiu em enterrar potes contendo uma mistura de sementes de plantas comuns na época, em intervalos regulares.

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Frascos de Beal, que continham diversas sementes – Imagem: Derrick L. Turner, Michigan State University/Reprodução

A intenção era recuperar esses frascos periodicamente, a cada cinco anos, para avaliar a capacidade germinativa das plantas. sementes após diferentes períodos de dormência no solo.

O objetivo inicial era fornecer informações sobre a durabilidade das sementes e compreender melhor os mecanismos que governam a ecologia das plantas.

Ao longo das décadas, os investigadores desenterraram frascos de sementes que datam de várias épocas, traçando a sua vitalidade e viabilidade ao longo do tempo.

Estas análises forneceram dados valiosos sobre a persistência das sementes e influenciaram significativamente a compreensão da ecologia das plantas.

Depois de muito tempo de espera

Recentemente, num episódio surpreendente e extraordinário, a última garrafa desenterrada deixou a comunidade científica atônita.

Depois de mais de 140 anos enterradas, as sementes contidas neste frasco não só permaneceram viáveis ​​como, para espanto de todos, germinaram.

O biólogo vegetal da MSU, Frank Telewski, expressou sua espanto dado este desenvolvimento notável: “A maior surpresa para mim é que as sementes germinaram novamente. É incrível que algo tão antigo possa continuar a crescer.”

Este evento único destaca a extraordinária resiliência e longevidade das sementes envolvidas no experimento.

Esta descoberta desafia as expectativas convencionais sobre a durabilidade das sementes e sugere que os mecanismos de dormência e preservação podem ser mais complexos e robustos do que se pensava anteriormente.

Em última análise, a experiência de Beal transcende a sua própria temporalidade, oferecendo uma janela única para o passado e, ao mesmo tempo, desafiando as fronteiras do passado. conhecimento científico.

O legado desta experiência continua a influenciar a investigação em biologia vegetal, incentivando uma compreensão mais profunda da sobrevivência e adaptação das espécies vegetais num contexto evolutivo e ecológico.

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