O espaço exterior tem um número infinito de corpos celestiais distintos e muitos deles são até desconhecidos pela humanidade.
Através de poderosos telescópios, os astrônomos conseguem observar estrelas, cometas, planetas e asteróides.
Estes últimos são bastante populares na cultura pop, já que existem inúmeros filmes cujo enredo gira em torno da colisão desta estrela com a superfície da Terra.
Lembrando que um evento dessa natureza foi responsável pela extinção dos dinossauros, o que também resultou em mudanças climáticas bruscas nos ecossistemas mundiais.
Envie seu nome para o espaço
Reprodução de asteroide gerado por computador – Imagem: JAXA/Reprodução
A Agência Espacial Japonesa (JAXA) decidiu aproveitar o entusiasmo das pessoas por este tema e convida entusiastas dos quatro cantos do globo para participarem de uma competição.
O prêmio nada mais é do que conseguir nomear um asteroide do tamanho da Ponte Golden Gate, localizada na cidade de São Francisco (EUA). Segundo a organização, as inscrições estão abertas até 9 de maio e podem ser feitas através deste site.
Até ganhar um nome melhor, o objeto se chama 2001 CC21 e futuramente será enviada uma sonda para estudá-lo (Hayabusa2) em missão prevista para julho de 2026.
Segundo os cientistas, a grande massa sólida dá uma volta completa ao redor do Sol em 383,1 dias e é classificada como próxima do Sol. Planeta Terraem comparação com outras estrelas semelhantes.
Apesar disso, a distância ainda é segura e o corpo celeste nunca se aproxima de mais de 7,4 milhões de milhas da nossa órbita, marca considerada aceitável pelos especialistas.
O asteroide foi descoberto pelo Programa de Pesquisa de Asteroides Próximos à Terra, conduzido pela Força Aérea dos EUA (LINEAR) em 2001 e, desde então, nunca recebeu uma nomenclatura oficial.
A iniciativa da referida organização segue os protocolos da União Astronômica Internacional, sendo incentivadas sugestões inventivas, desde que respeitada a limitação de 16 caracteres e não utilizados termos ofensivos.
Os estudiosos esperam que o robô enviado para aquele local em 2026 consiga capturar imagens de boa qualidade, mas, infelizmente, não é possível obter amostras.
Com isso, espera-se que sejam fornecidos dados sobre os primeiros períodos do Sistema Solar.
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